Desligava as luzes e, antes de dormir, fechava os olhos. Fechava-os não pela sonolência, muito menos pela ansiedade em pegar logo no sono. Tudo não passava de brincadeira.
De pálpebras trancadas, mexia os olhos para se encontrar.
Na escuridão pérfida, globos brancos se refletiam nas pálpebras. Pintavam a noite a cada vez que mexia os verdadeiros olhos.
Ilusão, magia, brinks, sei lá.
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