Com naturalidade, caminhava pelas ruas de camisa estampada. No lado esquerdo do peito, um adesivo de um rosto qualquer. A propaganda sobre o corpo refletia ideais da ideologia temporária.
É bem possível que esse menino sinta vergonha disso sabe-se lá quando, mas tenha pouca coragem. E minta sobre quem foi. Ou minta sobre o que acha.
Falamos de seres humanos, esses mesmos, que defendem campanhas políticas e um dia se arrependem. Mas somente e apenas quando é tarde demais.
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