sexta-feira, junho 05, 2015

Ternura

Se a bela preocupação com o outro não se simboliza na farsa, viajamos no tempo para encontrar um grande amor. Talvez amando a humanidade mesmo em defeitos mais profundos. Não há medo do hermético, de estar perdido por aí. E queremos nos abandonar. Desfazem-se tantos julgamentos, a beleza abandona a física lógica do mundo. Quero amar sem tantos limites, espalhar a emoção de estender mãos, braços, pernas.

Lutas verdadeiras vivem do amor que se distribui sem exigências malditas.

Viver numa máquina do tempo, viajando ao passado e ao futuro para viver o amor. Salvar vidas, a lição que coexiste em tantas dimensões do universo, quantas histórias minhas existirem. Amarei sem hermetismos, um amor holístico que faz a alegria de estar vivo a alegria de ser, uma coisa de si e dos outros.

Solidariedade. Sobretudo, lealdade a quem se ama, quantos forem, a humanidade inteira.

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