Será que Fróid (sic) explica? Olhada breve de fotografias em passagem por redes sociais me fez tê-lo nos braços, ou não. A corrida em busca do objeto de amor era transcendental, antes que pudessem julgar como qualquer outra. Mas a presença sempre alcoólica do dito cujo foi capaz de arrematar o destino em palavras bêbadas convincentes. Vai e vem que não desdizia a busca, comprimia o estado de procura. Não havia mais ninguém que fizesse sentido.
Fróid, que inconsciente maluco é este? Alguém há de responder a porra da pergunta o quanto antes. Desisto de imaginar o que tantos signos sublimes(minares) propagam nas convicções. O cotidiano deveria independer do sonho. Deveria, o que não acontece em fugas de nostalgia. Nostalgia do não vivido em carne e osso. Uma nostalgia de vida difusa, fantasmagórica e realizada.
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