"Filho, seja o melhor, o melhor do mundo", ressoava o pai aos ouvidos de quem quer que seja, menos a criança a fitar-lhe admirada. Levou tempo para entender o impropério, a famosa corrida pela qualidade do nada. Ilude-se o competidor do agora. O doravante é esquecimento. Um melhor... isso existe mesmo? O adjetivo desmerece o outro, suga energias e para quê? Para alimentar um falido e nojento sistema. Até parece que nossas qualidades a gente avalia no outro.
Competições alimentam a excelência medida ali, do lado de fora. O melhor não há; é passageiro. Lá de dentro Eu talvez te mostre o que não pode ser medido. É tudo ilusão, disse o mais sábio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário