E quando imaginava estar livre delas, correu, dormiu livremente, virou passarinho sem rumos no ninho. Mas bastou sentir uma pitada de liberdade ilusória que, bateu à porta, a vagabunda, explodindo em forma de exigência, acusação ou, na pior das hipóteses, ameaça.
Despediu-se dos amigos, das cartas que escreveria, da mãe que aguardava uma ligação, das horas jogadas ao vento, às reflexões, à diversão, ao amor ou mesmo ódio - tudo para fazer jus à vontade alheia, humana, prostituta, de comandar e doutrinar. Estava aquilo um porre continuo, a andança de paradeiro definido. Cada passo quebrava um galho e os velhos ramos da árvore deixaram há muito de serem os mesmos.
Nada de tristeza, arrependimento, ou piegas e arrogantes lamúrias. Queria apenas reconhecimento de que o ser não é máquina, não é mídia, não é útil. Antes de tudo, muito antes, vida e sangue que explodem em cada centímetro de matéria. Aos cegos d'alma, o recado: ser apenas precisa existir para se fazer máximo, inquietantemente parte do todo misterioso. Mundo e isso são coisa só. As divisões deixo a quem ama perder tempo. fuck u, with u want
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