Nas mãos, marcas das anotações deixadas na lousa. Era professor orgulhoso. Nenhum pincel do mundo substituiria as evidências do giz.
Pó colorido espalhava-se pelos dedos da mão direita e um grande sorriso pelos lábios. Se havia alunos desatenciosos a mão colorida ainda provava a dignidade de suas palavras no quadro negro.
Nenhum comentário:
Postar um comentário