Falaciosa
maneira
de impingir
obrigação
Estado de
cólera
a buscar
des-iguais
Morra-te
amordaçado
desejo insano
de matança
Abandone
o controle
das marionetes,
chantagista
Não se dá
se o ímpeto
é cobrar
sem dó
De graça
foste mentira
a pedir caro
pelo destino
Pregue
teus próprios
pregos
mas sem sangrar
O escarlate
de teu propósito
é impagável,
distorcido
Não vale
a inocência
nem virtude
d'outras almas
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