Pelos corredores apinhados em dias de sessão no Congresso Nacional, ela passou colada no cinegrafista baixinho e não fazia ideia de que passaria por quem das velhas rotinas de universidade lembrava. No bafafá do protesto, elenco de duas frentes, a tagarela andou discreta e reconhecida. Ela bem que se acha, eu acho.
As horas em pé em frente de uma câmera renderam fama, talvez. Mas a falta de humildade, essa pude notar meio que de passagem, na afirmação sem fundo, finita e desconexa em si mesma, mas cheíssima de sentido...
"Que baixaria". Espero estar enganado, mas que os passados de natação e aulas de jornalismo no minhocão da Universidade de Brasília deponham. No que essa mulher se transfigurou?
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